PÉROLAS DO JUDICIÁRIO

 

um barracão com pé direito de 5 metros e pé esquerdo de 4 metros.”

(Laudo de perito judicial descrevendo um barracão)

Pé esquerdo?!

um crucifixo, em madeira, estilo coutry-colonial, marca INRI, sem número série.”

(Avaliação feita por um oficial de justiça)

Marca INRI!

O material é imprestável mas pode ser utilizado.

(Avaliador descrevendo bens para penhora em execução)

 

"REF.: Cobra: Comunico que faltei ao expediente do dia 14 em virtude de ter sido mordido pela epigrafada".
(Memorando de funcionário justificando falta ao serviço)


Arquive-se esta execução, porque o exeqüente foi executado (a bala) pelo devedor.

(Despacho judicial em ação de execução, numa Comarca de Mato Grosso)

Essa é cômica!

Para que se não venha alegar cerceamento de direito, venha, em 48 horas improrrogáveis, nova, correta e definitiva emenda à inicial, eis que o “de cujus” encontra-se “nos céus” ou “nos purgatórios”, ou ainda “nos infernos”, não dispondo o Juízo de “dons mediúnicos” para convocá-lo à resposta.”

(Despacho de um juiz, num processo em que o advogado requereu a citação pessoal do “de cujus”, em São André/SP)

O imóvel está uma boneca.

(Descrição de imóvel num laudo judicial)

Boneca!

Os anexos seguem em separado.

(Frase de um termo de encerramento de laudo judicial de um processo na Vara Cível do Fórum João Mendes em São Paulo)

Chegando na fazenda do Sr. Pedro Jacaré e em não encontrando o réptil...

(Perito-avaliador iniciando relatório)

Desconfio que o mutuário está com intenção de pagar o débito.”

(Relatório de um fiscal do Banco do Brasil)

A máquina elétrica financiada é toda manual e velha.

(De um relatório de financiamento)

Máquina elétrica manual?!

Visitamos um açude nos fundos da fazenda e depois de longos e demorados estudos constatamos que o mesmo estava vazio.

(Relatório de um perito do Banco do Brasil)

Longos estudos para perceber a falta de água!

Uma mesa de comer velha de quatro pés

(Oficial de justiça descrevendo a mesa de jantar penhorada)

Comer...?!!!

 

"... que deu luz a um menino em 29.04.93"

(Termo de reclamação - Proc. 28/1084/93)

Parece que havia um menino no escuro, e a reclamante lhe entregou uma luz para clarear seu caminho.

 

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